Pool de Lactobacillus: Entenda como os Probióticos da Beleza Saúde ajudam você a perder peso

A pandemia imposta pelo novo coronavírus trouxe, além da preocupação com as medidas sanitárias e de distanciamento social propostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aumento do peso no Brasil.


É o que aponta a pesquisa Diet & Health Under Covid-19 realizada por 30 nações em todo o mundo. De acordo com as conclusões da pesquisa, o Brasil assume a primeira posição de nação mais impactada pela mudança abrupta da rotina, com 52% de sua população declarando aumento considerável do peso desde o início da crise, logo no primeiro semestre de 2020. Ou seja: de lá pra cá, houve aumento de 6,5 kg no peso corporal. Já em outros países, o peso médio foi de 6,1 kg.


Sedentarismo, consumo de álcool e diminuição do consumo de alimentos saudáveis são os responsáveis pelo sobrepeso. Conciliar atividades físicas indoor (dentro de casa) com uma dieta rica em vitaminas e minerais parece uma tarefa árdua para muitas pessoas que também têm que cumprir com as obrigações do trabalho e outras responsabilidades da vida.


O ponto-chave desse cenário é que uma rotina desregrada é capaz de comprometer o desempenho metabólico do organismo. Consumo de fast food, álcool e tabaco são os principais motivos para o mal funcionamento do corpo, como desequilíbrio intestinal, acúmulo de gordura e patologias associadas.


Se você está sofrendo com o ganho e considera impossível perder os quilos extras dentro de casa, esse artigo produzido por nós da Beleza Saúde é para você. Aqui, você verá como o nosso Pool de Lactobacillus é capaz de reduzir e equilibrar o seu peso de forma natural, além de oferecer mais beleza e qualidade de vida.


Pool de Lactobacillus da Beleza Saúde: Fórmula ajuda a emagrecer e a controlar o peso



Por que engordamos?


O ganho de peso está diretamente relacionado à quantidade de calorias presentes nos alimentos que são consumidos diariamente.


Por meio da sintetização desses alimentos dentro do corpo humano (carboidratos, glicose e proteínas), as calorias são transformadas em energia, “combustível” capaz de proporcionar as condições básicas de sustentação e funcionamento do corpo.


Entretanto, quanto mais calorias consumimos e menos atividades realizamos (exercício físico, caminhada, corrida, entre outros), as calorias ingeridas se transformam em gordura e, consequentemente, no aumento do peso.


Dessa forma, quando as calorias não são gastas, acabam por se acumular no corpo em forma de gordura. Seu corpo armazena essa gordura dentro de células (tecido adiposo) que se modificam estruturalmente, seja pelo aumento de suas dimensões, quanto pela divisão celular. Se você diminuir a ingestão de alimentos e consumir menos calorias do que queima, ou se fizer mais exercícios e queimar mais calorias, seu corpo reduzirá algumas de suas reservas de gordura. Quando isso acontece, as células de gordura encolhem, junto com sua cintura.


Um estudo publicado em 2012 pela Universidade de Oxford descobriu que a gordura da comida chega à cintura em menos de quatro horas. Carboidratos e proteínas demoram um pouco mais porque necessitam ser convertidos em gordura por meio da sintetização realizada pelo fígado. Dietas baixas em proteínas, vitaminas e minerais e altas em carboidratos tendem a favorecer a formação de gordura corporal.

O que causa o ganho de peso?


Além do tipo de alimento consumido e de sua quantidade calórica, o aumento do peso também pode ter relação com alguns outros fatores:

1. Estresse


Sim, infelizmente o estresse é um dos principais fatores para o aumento do peso.


Como falamos, a pandemia implicou na readaptação das atividades da vida, contemplando áreas da vida pessoal e profissional. O hormônio cortisol, liberado diante de episódios estressantes, pode causar ganho de peso e aumentar os níveis de glicose por meio de um processo chamado” glicogenólise”.


O glicogênio armazenado no fígado é convertido em glicose. Quando se trata de açúcar, não importa se você o está comendo ou se o corpo o está produzindo naturalmente. Se você não o queimar, o corpo armazena o açúcar como gordura nas células adiposas.


2. Uso de medicamentos


Os efeitos colaterais das medicações são capazes tanto de agredir o sistema digestivo quanto de liberar a sensação de fome (apetite).


Dependendo da medicação, o paciente pode sofrer com a redução da atividade metabólica ou efeitos indutores de peso. Conversar com o médico sobre como os efeitos colaterais do medicamento estão agindo no organismo pode ser o primeiro passo para o controle do peso.


3. Insônia


O distúrbio do sono também tem relação com os episódios de estresse. A privação de sono resultará em níveis mais altos de grelina (hormônio que deixa você com fome) no sangue e, em compensação, níveis mais baixos de leptina (hormônio que diz que você se sente saciado).


Assim, você vai sentir mais fome e comer mais porque seu corpo não está recebendo o sinal de que está satisfeito.


4. Alimentação noturna


Comer menos de três horas antes de se deitar não dá ao seu corpo a chance de queimar as calorias ingeridas antes de entrar no estado de sono de baixa energia.


O desempenho metabólico é menor durante a noite e as chances de você acordar com sensação de peso no estômago são maiores.


5. Comer demais à noite


Como falamos no tópico anterior, o desempenho metabólico é menor durante a noite. Por isso, jamais capriche na refeição noturna.


Uma refeição maior tende a significar mais calorias que seu corpo não tem oportunidade de queimar.


Prefira fazer de sua refeição principal o café da manhã ou um almoço rico em proteínas - e baixo em carboidratos. Isso permitirá que você sinta mais produtividade ao longo do dia (energia) e dará ao seu corpo tempo para utilizar efetivamente as calorias em vez de armazená-las enquanto você dorme.


6. Dietas erradas


“Jejum Intermitente”, “LowCarb” e outros similares são tipos de dietas capazes de desequilibrar o desempenho metabólico quando realizadas sem acompanhamento médico e nutricional.


A falta de vitaminas, minerais e até mesmo de carboidratos (quantidades recomendadas pelo especialista) podem produzir hormônios da fome ou do estresse, desestabilizando o pleno funcionamento do organismo.


7. Não comer o suficiente


Caso você não esteja recebendo a quantidade suficiente de alimentos no dia a dia, certamente terá problemas para perder peso.

Quando seu corpo pensa que não tem acesso aos alimentos, ele se agarra à gordura para se proteger. Dessa forma, em vez de utilizar a gordura para geração de energia, o corpo preserva o máximo possível as gorduras acumuladas.

Ficar sem comer não é sinal de emagrecimento!

8. O tipo de bebida alcóolica também interfere


É possível beber sem engordar. No entanto, isso envolve saber quais bebidas podem ser consumidas e quais você deve evitar.

Primeiro: aprenda a beber. Evite o consumo excessivo de álcool. Segundo: opte pela bebida ideal, ou seja, evite coquetéis açucarados e cremosos, e prefira vodka e gim. Essas duas bebidas possuem menos calorias. Vinhos secos também são boas pedidas porque possuem baixo teor de açúcar. Já as cervejas que possuem glúten podem ser grandes vilãs do peso.


9. Tireóide/ Distúrbios Hormonais

A glândula Tireóide desempenha um importante papel na manutenção de seu metabolismo. Se você possui hipotireioidismo (redução da produção de hormônios, apresenta como principais sintomas agitação, nervosismo, dificuldade de concentração e emagrecimento) ou hipertireoidismo (acelera o metabolismo, incluindo a perda de peso inesperada, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, sudorese e irritabilidade), o médico endocrinologista é o especialista responsável por dar o correto direcionamento ao paciente a respeito do ganho ou da perda de peso.

10. Transtorno Mental

Ansiedade, depressão e outras condições de saúde mental podem abalar os hábitos alimentares, o que pode levar à perda ou ao ganho de peso.

Pessoas que sofrem de algum tipo de transtorno mental podem fazer uso de medicamentos com efeitos colaterais característicos capazes de desequilibrar o funcionamento metabólico.

11. Sedentarismo

O sedentarismo é um dos entraves para quem deseja perder peso. Sabemos que aliar uma dieta rica em nutrientes e praticar atividades físicas permitem a rápida perda de peso, mas o problema é justamente conciliar o pouco tempo do dia com um espaço reservado para os exercícios.

12. Flora Intestinal

Nosso corpo é constituído por milhões de bactérias que desempenham diferentes funções, dentre elas a de influenciar na forma como você digere os alimentos e como esses nutrientes são absorvidos pelo organismo.

Em nosso sistema digestivo podemos encontrar bactérias presentes nos intestinos que juntas formam um complexo sistema orgânico. São capazes de atuar no funcionamento de órgãos vitais para a nossa sobrevivência e garantir equilíbrio funcional dos intestinos e na prevenção de infecções.

Porém, quando a flora intestinal (microbiota intestinal) está desequilibrada, o desempenho metabólico também é afetado.


Quando o ganho de peso tem relação com a flora intestinal


Milhões de bactérias estão localizadas nos intestinos e realizam tarefas essenciais para nos manter saudáveis.


Essas bactérias também podem influenciar na forma como os diferentes alimentos são digeridos e também na produção de substâncias químicas que nos ajudam a ter saciedade. Portanto, podemos dizer que as bactérias têm relação no ganho, na perda e no controle do peso.



A função das bactérias na flora intestinal


As bactérias intestinais possuem funções vitais para a nossa sobrevivência:

a. Digestão do leite materno: algumas das bactérias que começam a crescer no intestino dos bebês são chamadas de bifidobactérias. Elas digerem os açúcares saudáveis ​​do leite materno que são importantes para o crescimento;

b. Fibra de digestão: Certas bactérias digerem fibras, produzindo ácidos graxos de cadeia curta que são importantes para a saúde intestinal. A fibra pode ajudar a prevenir o ganho de peso, diabetes, doenças cardíacas e o risco de câncer;

c. Sistema imunológico: o microbioma intestinal também controla o funcionamento do sistema imunológico. Ao se comunicar com as células do sistema imunológico, o microbioma intestinal pode controlar como seu corpo responde à infecção;

d. Ajudando a controlar a saúde do cérebro: o microbioma intestinal também pode afetar o sistema nervoso central que controla a função cerebral.

Para que a flora intestinal possa desempenhar adequadamente suas funções é necessário seguir hábitos de vida saudáveis e com atenção plena à dieta.

Quais fatores podem favorecer ou comprometer as funções e o desempenho da flora intestinal?

Se as bactérias desempenham funções importantes para a nossa sobrevivência, devemos nos atentar aos fatores capazes de comprometer suas funções. Abaixo, veremos os principais fatores que influenciam na composição e no funcionamento bacteriano.

1. Genética


O número de bactérias específicas encontradas na microbiota intestinal é influenciado em parte pela composição genética do hospedeiro de maneiras que afetam o metabolismo do hospedeiro e, por fim, podem afetar a saúde.


2. Antibióticos


Os antibióticos são medicamentos comumente prescritos que salvam milhões de vidas de infecções. Entretanto os antibióticos também têm um efeito profundo na microbiota intestinal normal.


O efeito é rápido e às vezes persistente. Antibióticos reduzem a diversidade bacteriana enquanto aumentam a abundância de algumas bactérias “oportunistas” capazes de diminuir o número de bactérias benéficas.


3. Dieta Estudos têm mostrado que dietas de alto teor calórico contribuem para a obesidade e para a diabetes. No entanto, evidências sugerem que a ligação entre dieta e obesidade está na microbiota intestinal. Confira os tipos de alimentos inimigos das bactérias:


a. Alimentos açucarados: uma dieta rica em açúcar pode estimular o crescimento de certas bactérias prejudiciais à saúde no intestino, o que pode contribuir para o ganho de peso e outros distúrbios crônicos de saúde;


b. Adoçantes artificiais: os adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, reduzem as bactérias benéficas nos intestinos e podem contribuir para o aumento do açúcar no sangue;


c. Alimentos que contêm gorduras prejudiciais à saúde: as gorduras saudáveis, como o ômega-3 sustentam as bactérias benéficas nos intestinos, enquanto o excesso de gorduras saturadas pode contribuir para o crescimento de bactérias causadoras de doenças;


d. Álcool: bebidas alcoólicas podem irritar a flora intestinal, removendo os mucos protetores e causar lesões no sistema digestivo.


Assim como existem alimentos que fazem mal para a microbiota intestinal, existem os que fazem bem e trazem equilíbrio para o organismo:

a. Grãos integrais: “grãos inteiros” são grãos que não foram refinados. Eles são ricos em fibras que são digeridas por bactérias intestinais saudáveis, como as bifidobactérias, e podem ajudar na perda de peso;

b. Frutas e vegetais: frutas e vegetais contêm muitas fibras diferentes que são boas para as bactérias intestinais. Comer uma variedade de alimentos vegetais pode melhorar a diversidade de bactérias intestinais que está ligada a um peso saudável;

c. Nozes e sementes: nozes e sementes também contêm muitas fibras e gorduras saudáveis que ajudam a apoiar o crescimento de bactérias saudáveis ​​no intestino;

d. Alimentos ricos em polifenóis: incluem chocolate amargo, chá verde e vinho tinto. Os polifenóis nesses alimentos não podem ser digeridos sozinhos, mas são decompostos por bactérias intestinais benéficas, promovendo o crescimento de bactérias boas;

e. Alimentos fermentados: os alimentos fermentados (iogurte, kombucha, entre outros) contêm bactérias benéficas como lactobacilos e podem minimizar outras bactérias causadoras de doenças nos intestinos; f. Probióticos: os probióticos podem ajudar a restaurar bactérias intestinais saudáveis ​​após uma doença ou após tratamento com antibióticos, e podem ajudar na perda de peso.


Nessa relação de alimentos benéficos para o funcionamento da flora intestinal, os probióticos talvez sejam os mais procurados por quem deseja perder peso com saúde e ainda fortalecer o sistema digestivo.



Os probióticos podem ajudar a eliminar a gordura da barriga e na perda de peso?


Estudos publicados no portal de artigos científicos Wiley Online Library a respeito dos probióticos sobre a perda e controle de peso em pessoas com sobrepeso e obesidade, sugerem que os probióticos com cepas da família Lactobacillus podem sim ajudar a reduzir a gordura da barriga.


Lactobacillus gasseri


De todas as bactérias probióticas estudadas até o momento, Lactobacillus gasseri mostra-se com efeitos mais promissores para a perda de peso.

Um estudo que acompanhou 210 pessoas com quantidades significativas de gordura abdominal descobriu que tomar Lactobacillus gasseri por 12 semanas reduziu o peso corporal, a gordura ao redor dos órgãos, o índice de massa corporal (IMC), o tamanho da cintura e a circunferência do quadril.

Além do mais, a gordura da barriga foi reduzida em 8,5%. No entanto, quando os participantes pararam de tomar o probiótico, eles ganharam de volta toda a gordura da barriga em 1 mês.

O estudo apontou ainda que a qualidade dos alimentos consumidos ao lado do Lactobacillus gasseri favoreceu a manutenção e fortalecimento da flora intestinal dos participantes durante as 12 semanas de pesquisa. Foram incluídos nos cardápios os seguintes alimentos:

a. Framboesas

b. Alcachofras

C. Ervilhas verdes

d. Brócolis

e. Grão de bico

f. Lentilhas

g. Feijão (branco e marrom)

h. Grãos inteiros.


Além desses alimentos, perceberam que seguir uma dieta rica em frutas e vegetais evitou o crescimento de algumas bactérias causadoras de doenças. Maçãs, alcachofras, amêndoas e pistache aumentam as bifidobactérias em humanos, sendo que as bifidobactérias são consideradas bactérias benéficas, pois podem ajudar a prevenir a inflamação intestinal e melhorar a saúde intestinal.


Pool de Lactobacillus da Beleza Saúde: Fórmula ajuda a emagrecer e a controlar o peso


Vimos que o corpo humano é constituído por uma complexa estrutura orgânica interdependente que necessita de equilíbrio em cadeia para o pleno desenvolvimento da vida.

Quando algo não vai bem, os sintomas se manifestam de diferentes formas e o aumento de peso é um destes sinais. As bactérias presentes em nosso sistema digestivo são capazes de regular e aproveitar os nutrientes ingeridos da melhor forma, garantindo que o hospedeiro tenha condições hábeis de realizar suas funções naturais.

Diante da carência de agentes orgânicos, podemos recorrer às fórmulas desenvolvidas especificamente para esse fim: o de promover equilíbrio em todas as funções do corpo humano. É o caso do Pool de Lactobacillus da Beleza Saúde.

Essa fórmula é direcionada aos pacientes que necessitam perder peso de forma natural e com saúde.

Encontramos em sua composição os seguintes Lactobacillus: - Lactobacillus Gasseri;

- Lactobacillus Reuteri;

- Bifidobac Longum;

- Lactobacillus Acidofilus;

- Inulina (substituição do açúcar);

- FOS (estimula o crescimento dos probióticos).



Benefícios

- Perda de peso corporal; - Diminuição de gordura abdominal; - Alívio da constipação intestinal; - Diminuição dos níveis de Leptina; - Regulação da microbiota intestinal; - Auxiliar em tratamentos de pacientes intolerantes a lactose.



Sugestão de Uso

Tomar 1 cápsula ao dia.



Como armazenar seu Pool de Lactobacillus após aberto

- Mantenha o frasco em local fresco, e ao abrigo da luz; - Nossos fornecedores trabalham com tecnologia de secagem e liofilização que garante maior estabilidade das cepas.



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